Quais os Rumos do Ecumenismo?

Michael Urban   •   4 Março, 2013
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Não tenho a pretensão de escrever um tratado completo e definitivo sobre os esforços ecumênicos em andamento na atualidade. Quero apenas avaliar o assunto à luz da Palavra Profética. Não recorro a ela como mera coleção das profecias registradas nas Sagradas Escrituras – no Antigo e no Novo Testamento – mas vejo-a como base para uma perspectiva espiritual do tempo presente, conforme Paulo escreveu: “Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.13-14). O que acontece hoje, aqui e agora, no mundo e no meio cristão? Qual o significado desses desenvolvimentos para os cristãos verdadeiros? Até que ponto o Movimento Ecumênico abre caminho para o cenário dos tempos finais? Que reação nosso Senhor Jesus Cristo espera de nós? Até onde o ecumenismo já avançou e até onde vai prosseguir? No que pensamos quando falamos de ecumenismo? No contexto bíblico, ecumênico significa simplesmente “relativo a toda a terra habitada; universal” ou apenas “o mundo”. Esse conceito é usado, por exemplo, em Mateus 24.14: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”. O sentido bíblico do termo “ecumênico” é o da união de todos os crentes por iniciativa do Espírito Santo. O ecumenismo que se busca hoje, ao contrário, promove uma união com base no que poderíamos chamar de “menor denominador comum” (usando terminologia matemática). Seus porta-vozes confundem a unidade dos verdadeiros crentes, como João a descreve (veja Jo 17.21-23), com a união de igrejas e organizações ou, ampliando ainda mais sua abrangência, com a união de todos os que de alguma forma crêem em Deus ou em alguma divindade.
“Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (Jo 10.16).
A Bíblia, porém, enfatiza com muita clareza a exclusividade da verdadeira Igreja, fundada sobre a Palavra de Deus. Encontramos menção dessa base principalmente nos Atos dos Apóstolos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At 2.42).Através de esforços e manobras políticas visando unir todas as organizações e denominações jamais surgirá o que a Bíblia chama de “assembléia dos santos”, a união dos “separados”. A “Igreja de Deus” é um organismo espiritual, separado e chamado para fora do mundo pelo próprio Deus por meio da obra salvadora de Jesus Cristo na cruz, com a finalidade de ser algo especial para o louvor da graça de Deus: “Depois de fazer sair todas as(ovelhas) que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim... Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (Jo 10.4,14,16). É preciso adiantar que o ecumenismo não é apenas uma corrente religiosa. Trata-se de um movimento mundial abrangente desde tempos imemoráveis. O movimento ecumênico acontece paralelamente à mudança geral de valores da sociedade humana e tem pontos de contato com as palavras mágicas do “Ocidente cristão”: tolerância, paz, humanidade, justiça e preservação da natureza. Ele propaga uma “nova espiritualidade” – seja isso o que for – e usa uma terminologia predominantemente religiosa. Suas fontes podem ser encontradas em movimentos políticos, culturais e sociais que buscam a globalização em grande escala. O ecumenismo em ofensiva no mundo inteiro O ecumenismo já avançou mais do que geralmente se supõe. Em última análise, esse é um caminho sem volta, pois o pensamento ecumênico que já se infiltrou em igrejas, denominações e organizações não pode mais ser corrigido ou extirpado. A única alternativa é pessoal: indivíduos demonstrando determinação para se afastarem terminantemente de tudo que é relacionado a esse movimento. O ecumenismo não se consumará somente quando todas as igrejas, religiões e agremiações assinarem uma declaração de fé conjunta. Isso nunca vai acontecer. Um muçulmano fundamentalista não celebrará a Ceia do Senhor com um cristão convicto, nem um budista adorará a “Virgem Maria” ao lado de um católico. A aspiração por uma união mundial “no campo religioso”, segundo o lema “Não haverá paz no mundo sem paz entre as religiões”, não quer dizer que cada religião, representada por uma comissão de especialistas, trará suas crenças e que desse caldo se extrairá uma fé comum. Essa forma de ecumenismo, como muitos crentes a imaginam, não é viável e nem é o que seus defensores e fomentadores buscam. Não se trata de aproximar declarações de fé, como aconteceu com a “Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação” assinada pela Igreja Católica e por igrejas protestantes. Esse foi apenas um “tigre de papel”. O ecumenismo tem pretensões muito mais revolucionárias. Não se busca uma nova fé – mas um novo “Deus” É preciso criar um novo “Deus”, que seja adequado a todos os desejos e às condições imaginadas por todos os homens da terra. Esse ato de criação humana é promovido e estimulado através de intensos esforços. O novo “Deus”, ou novo conceito de “Deus”, é oposto ao Pai celeste, antagônico ao Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Esse novo “Deus” humanamente criado será aceito por toda a humanidade por negar o verdadeiro Criador e que Seu Filho Jesus Cristo é “ caminho, verdade e vida” (veja Jo 14.6). Segundo o ecumenismo, não são as declarações de fé que precisam se aproximar; o próprio Deus deve se adequar à imaginação humana. É justamente isso que levará à adoração de um homem no final dos tempos, conforme lemos em Apocalipse 13.11-18. “Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (v.18). O teólogo Walter G. Bauer escreveu: O cristianismo aniquila o futuro da humanidade com o nome ‘Jesus' – essa é a verdade! O cristianismo mata a divindade com o nome de Deus! Por isso, esse nome não deve mais ser pronunciado, mas apenas parafraseado! Deus precisa de um novo nome para que possa ser novamente Deus; Ele o receberá porque quer voltar a ser Deus entre nós, para que O reconheçamos como o Deus de todos os homens, que nos faz uma só exigência e nos impõe uma única lei: sermos todos irmãos na grande família humana que é formada por muitos povos. Toda a existência na face da terra terá um novo parâmetro, e ‘Homem' será o novo nome de Deus.[1]
Madre Teresa:”devemos aceitar a Deus da forma como Ele existe em nossa imaginação”.
É constrangedor transcrever essas afirmações. Apenas o faço para mostrar como o processo de criação de uma nova idéia de Deus já está mais adiantado do que imaginamos. O mesmo é comprovado pela declaração da falecida Madre Teresa de Calcutá, muito estimada até mesmo por alguns membros de igrejas consideradas bíblicas: Quando encontramos Deus face a face e O recebemos em nossa vida, seremos melhores hindus, melhores católicos, melhores o que quer que sejamos, pois devemos aceitar a Deus da forma como Ele existe em nossa imaginação”.[2] Ecumenismo não é a compilação de doutrinas e tradições existentes, mas a criação de uma nova visão de mundo e de uma idéia de Deus que abrange todas as religiões. Para ilustrar, transcrevo uma citação de uma revista católica: A unificação das religiões, estimulada pelo Santo Padre João Paulo II e aclamada por Sua Santidade o Dalai Lama, é o alvo que será atingido em breve. Virá o dia em que o amor ao próximo, defendido tão enfaticamente por Buda e Jesus Cristo, salvará o mundo, pois haverá o maior empenho conjunto para impedir a destruição da humanidade, conduzindo-a à luz na qual todos cremos”.[3] Precisamos confrontar essas afirmações com a santa e eterna Palavra de Deus. A situação acima citada é descrita no Salmo 2: “Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e o seu Ungido, dizendo: Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas. Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá. Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos advertir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor. Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho; porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira. Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.” Na verdade, o Movimento Ecumênico é um movimento anticristão, mesmo que certas igrejas afirmem o contrário. O ecumenismo atual não se preocupa com missões, em alcançar pessoas com a mensagem do Evangelho para que sejam salvas, mas busca o diálogo, segundo o lema: “Creia no que eu creio e crerei na sua fé”. Pensamentos sedutores e agradáveis Uma frase ecumênica repetida impensadamente por muitos cristãos é: “A doutrina separa, a oração une”. Outros adeptos do ecumenismo dizem: “Devemos construir pontes e não muros”. Outros, ainda, anunciam: “Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor”. Todos esses pensamentos parecem muito lógicos, o que explica sua grande aceitação, principalmente por serem repetidos por líderes eclesiásticos considerados fiéis. Mas as três afirmações citadas são diametralmente opostas ao ensino bíblico! A doutrina separa, a oração une É absolutamente verdade que a Palavra de Deus produz separação, muitas vezes de maneira mais radical do que nós teríamos coragem de fazer. Mas será que podemos unir em oração o que a Palavra de Deus separa e afasta? Através da oração podemos suspender proibições e mandamentos claros de Deus? Podemos deixar de lado a doutrina do Novo Testamento sobre o batismo ou a Ceia do Senhor para nos unirmos em oração em torno de assuntos que consideramos mais importantes? Que atrevimento em relação à santa Palavra de Deus, que nos diz na Segunda Epístola de João: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2 Jo 1.9-11). Como podemos unir em oração o que Deus claramente separou?
O tema pontes não é mencionado pela Bíblia e muros aparecem em torno de trinta vezes no texto sagrado. Na foto: muralhas em Jerusalém.
Devemos construir pontes e não muros Sem considerar que o tema pontes não é mencionado pela Bíblia e que muros aparecem em torno de trinta vezes no texto sagrado, separação é um assunto recorrente no Plano de Salvação. Construir muros é uma exigência de Deus e visa distinguir amigos de inimigos (veja Is 62.6). Muros ofereciam proteção contra os inimigos e também, simbolicamente, diante da influência exercida por aqueles que não criam no Deus de Abraão, Isaque e Jacó (veja Is 26.1-2). Era assim na Antiga Aliança, e na Nova Aliança encontramos a ordenança de demarcar fronteiras e estabelecer os limites entre os renascidos e os que apenas dizem crer em Jesus. Paulo escreve: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14).Será que é necessária uma exortação ainda mais clara sobre a necessidade de distinção entre cristãos renascidos e cristãos apenas nominais? Já não houve demasiadas decisões equivocadas e de conseqüências funestas em muitas igrejas por terem sido dominadas por pessoas que não eram crentes? Como se processa o “ide” de Jesus se no fundo todos “crêem” em algum deus? A quem devo pregar o Evangelho se construo pontes, indicando que a fé e a descrença nem se encontram tão distantes uma da outra? A diferença que existe entre um cristão renascido e um cristão nominal não será anulada através de uma ponte, mas somente pelo amor de Deus. E uma das características imutáveis do amor de Deus é a verdade. Por mais que desejemos, não existem pessoas semi-salvas; há apenas salvos e perdidos. Quando construímos uma ponte para as pessoas perdidas, isso acontece apenas no sentido de atraí-las para o lado da verdade, de conduzi-las das trevas para a luz. Tal ponte serve apenas para salvação e não para um entendimento entre cristãos nominais, dando a entender que, de alguma forma, todos acreditamos nas mesmas coisas. Quem constrói esse tipo de ponte torna-se culpado em relação aos que chama de cristãos sem que o sejam realmente, com base na verdade bíblica. Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor Essa fórmula de Agostinho (citada livremente) é aparentemente lógica, mas também apresenta dois problemas:
Quando construímos uma ponte para as pessoas perdidas, isso acontece apenas no sentido de atraí-las para o lado da verdade, de conduzi-las das trevas para a luz.
Primeiro, ela passa a impressão de que a mensagem bíblica se divide em partes relevantes e secundárias, importantes e sem importância, em princípios básicos, que devem ser seguidos por todos os cristãos, e doutrinas secundárias que cada um pode interpretar como quiser. Isso acabou conduzindo a uma fórmula que se tornou popular nos últimos anos: “O que importa é Jesus, o resto não interessa”. Essa afirmação dissocia a pessoa de Jesus Cristo de Seus ensinamentos e da missão que nos deu. O alvo de muitas iniciativas “interconfessionais” é a conversãoe não o ensino. O objetivo evangelístico justifica, por assim dizer, os meios, e reduz as diferenças ao “menor denominador comum”. A fórmula de Agostinho apresenta outro problema: quem decide o que é relevante e o que é secundário? E como é possível que acima disso tudo esteja o amor de Deus? É um grave erro adotar levianamente certas fórmulas, lemas e ditados que até parecem profundos e espirituais mas, no final, diluem as verdades absolutas do Evangelho. Esse é o outro tópico que quero salientar neste artigo. O Movimento Ecumênico usa os métodos da sedução É característica básica da sedução não ser evidente nem facilmente detectável. Os enganadores formulam seus postulados usando terminologia espiritual, religiosa e bíblica, mas de significado diferente. Eles encobrem e disfarçam habilmente suas intenções e seus propósitos e é difícil decifrar o que se esconde nas entrelinhas de certas declarações ou atrás de fatos apresentados de maneira positiva. Um marco no caminho em busca da “união das igrejas” foi a assinatura da “Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação”, a respeito da qual o Vaticano comentou: Em Augsburgo acontece hoje um fato do maior significado. Os representantes da Igreja Católica e da Federação Luterana Mundial assinam uma declaração a respeito de um dos principais temas que colocou em antagonismo católicos e luteranos: a doutrina sobre a justificação pela fé... Esse é um marco no dificultoso caminho da restauração da plena unidade entre os cristãos... Confiemos o caminho ecumênico à intercessão maternal da Santa Virgem.[4] O jornal Frankfurter Allgemeine comentou a respeito: É uma flagrante distorção dos fatos e do texto considerar o documento revolucionário, como se ele contivesse uma mudança na conhecida reivindicação absolutista de Roma. A doutrina da justificação continua sendo um dos critérios imprescindíveis e não critério imprescindível.[5] O próprio comentário do jornal é problemático. Simplificando, ele diz que a assinatura do documento pelas igrejas não mudou absolutamente nada no fato da Igreja Católica continuar reivindicando ser a única que salva! O movimento ecumênico percorre a trilha do engano e da sedução, pois o alvo de Satanás é confundir o maior número possível de crentes. Ele sabe o que a história eclesiástica comprova: a sedução é um meio mais eficaz de diluir e enfraquecer as convicções espirituais do que a perseguição. Em outras palavras: o cristianismo não precisa ser eliminado ouerradicado . Basta neutralizá-lo. Com a nova idéia globalizada de Deus o cristianismo não desaparecerá, mas será esvaziado – ficando sem Jesus como o Caminho, a Verdade e a Vida. A reivindicação de Jesus de ser o Salvador de todos os homens é a base do Evangelho e ao mesmo tempo o que mais incomoda o Movimento Ecumênico. (Michael Urban - http://www.chamada.com.br)

Michael Urban

  1. Igreja Eterna Aliança disse:

    Hoje mais do que nunca, precisamos ter o máximo do cuidado para não nos desviar-mos da nossa rota para Jesus pois, muitos falsos profetas vão surgindo por todos os cantos faendo com que os salvos venham a se desviar pelo mundo. O Ecumenismo nada mais é do que juntar todas as religiões para seguir o anticristo, e suas teias já se espalham dentro das igrejas cristãs, como se não bastasse essas teias estão pegando até mesmo os ministros da Palavra e transformando-os em seguidores de lucifer ou seja de satanás, assim como estão transformando os pastores em maçons e a igreja em maçonaria. Muitos são os enganos, entidades malignas que enram sorrateiremente nas igrejas para destrui-las e destruir os cristãos provocando enganos, mentiras, e contendas.

  2. Irenaldo, Igreja Betel PB disse:

    Gostei muito do estudo, precisamos cada vez mais abrir os nossos olhos espirituais para estas coisas, que iram acontecer cada vez mais no final dos tempos, pois o objetivo principal de cada cristão verdadeiro é se aprofundar nos estudos da palavra de Deus ( Bíblia ), buscando conhecimento para salvar almas do inferno que é real e eterno… Só o sangue de JESUS tem poder para nos livrar dele, e ninguém vai ao PAI se não por ele que é o Caminho a Verdade e a Vida!

  3. Wender Patrick disse:

    Soh espero que a posição igreja nao mude, quando vier o falso cristo com sua falsa doutrina totalmente contraria a Santa Lei de Deus.

    1. Magda Reis disse:

      A Igreja do Senhor, somos nós. Temos que ficar firmes e não aceitar ventos de doutrina , ecumenismo ou qualquer outra invenção humana.
      Num primeiro momento pode parecer muito lindo mas é um caminho perigoso que levará fatalmente à apostasia. O falso profeta já está no mundo e vai enganar a muitos.
      Os servos do Senhor realmente sinceros tem que pedir discernimento à Deus para não cair nas astutas ciladas de satanás que só veio para roubar, matar e destruir.
      Temos que permanecer na presença do Único Deus vivo e verdadeiro. Glória à Deus.

  4. leno costa disse:

    Muitos falam do ecumenismo,mas poucos abordam o tema de como ele começará de forma pungente no mundo…creio eu que vira através da política.
    Vivemos hoje um tempo incomum a toda nação devido os projetos anti cristãos dos esquerdistas,tem sido comum o avanço no entendimento principalmente entre católicos e evangélicos no país.O Brasil e os brasileiros estão diferentes depois de 14 de governos abertamente declarados comunistas o que se vê hoje é um país bastante confuso com tantas mentiras e corrupção,falar do Amor de Deus virou discurso de ódio,defender a família virou ofensa,discordar de formas de comportamento virou homofobía,acontecendo hoje um grande encontro das religiões dadas como cristãs e favor da família da moral e dos bons costumes que para esta geração parece algo ruim e ofensivo.E na realidade estamos em perigo e rogo a Deus a sabedoria necessária para conviver com toda esta sintuação atual em nosso país. Amem Deus abençoe.

  5. Rodrigo disse:

    E verdadesou um presbitero da casa do senho mas fico o biservandotudo a luz da palavra como os crntesde bereia ja nao basta o natal tentro das nossas igreja o paganismo

  6. José Vitório tavares disse:

    Bem como um defensor DO evangelho puro sem invenção doutrinária digo…Jesus Cristo falou trigo no seu celeiro e palhas amontoadas para a queima…o ecumenismo e uma realidade que não é buscando so pela liderança católica romana mas por muitos líderes influentes denominacional …a pequenas diferenças religiosas atrapalhando esta União deles…Eu creio que seja um fato que atrapalha e adoração a Maria pelos romanos…mas o ecumenismo e fato.

  7. Yvan Eyer Junior disse:

    Basta estudar um pouco a história da igreja cristã, para verificar que desde os primórdios há divisões, há cismas e por diversos motivos.
    A grande questão é a pretensão de todas elas de serem as representantes de Deus na terra.
    Diz a lenda que jesus instituiu sua igreja sobre pedro, está escrito e isso não é nada confortável para protestantes/evangélicos, mas por outro lado a igreja dita católica também cometeu erros gigantescos e propiciou a Reforma.
    Passado esse tempo, é fato que a Reforma tentou colocar de novo nos trilhos a doutrina cristã, radicalizando essa intenção e afirmando serem as escrituras o fundamento da fé.
    Bem…quanto a isso pairam inumeras dúvidas. Primeiro que o “Sola Scriptura” esbarra na lógica. Sim, porque até mais ou menos o ano 400 a igreja não dispunha de uma bíblia. Apenas um punhado de textos apócrifos e dispersos. Ela seguia a Tradição Apostólica, dos primeiros cristãos, tradição essa que era passada oralmente de geração a geração.
    Nem preciso dizer o quanto isso corrompeu a verdadeira mensagem do Cristo.
    Mas, por outro lado, graças a essa tradição que podemos compreender os textos.
    Assim, eu creio que o Cristianismo está numa encruzilhada. De um lado o Catolicismo/Ortodoxismo e de outro o protestantismo/evangelismo/pentecostalismo.
    A primeira corrente cristalizou a doutrina. A segunda corrente continua se separando em progressão geométrica, uma vez que novas igrejas surgem todo dia.
    Ou se chega a um denominador comum, despojando-se do egoísmo e do orgulho, e reconhecendo, ambos os lados, o seu erro, ou o islamismo (que é muito mais unido) aos poucos se disseminará (como já ocorre na africa e na europa).

    1. Anônimo disse:

      Perfeita a sua colocação!

      1. William Lima disse:

        Diz a Lenda ??? Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;Mateus 16:18
        E outra o Cristianismo verdadeiro e genuíno NUNCA estará numa encruzilhada ! Conhecereis a verdade e ela vos libertará !!!
        Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6

  8. Alberto Gambarini disse:

    O ecumenismo não é concessão desta ou daquela igreja cristã referente a doutrina, mas uma questão de comunhão, mesmo é único Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele orou: “para que sejam perfeitos na unidade”(Jo 17,23). E hoje a Igreja de Jesus Cristo esta dividida em mais de 40.000 denominações. Existem as divisões internas de cada igreja, como também a externa, onde se corre o risco de estar somente atrás de números, quantidade. E aí é importante lembrar a diferença entre Babel e Pentecostes. As descobertas recentes da arqueologia indicam que os construtores da torre de Babel não eram ímpios, mas pessoas religiosas, estavam construindo um templo para uma divindade. Onde esta o pecado destes homens? Em Gn 11,4 lemos: “Tornemos celebre o nosso nome…”, seria como estarem dizendo: “e não o de Deus.” O que nos impede de dialogar esta aí retratado: fazer o nosso nome, defender o nosso trabalho e quem não pensa como nós é inimigo e deve ser combatido. Onde Jesus ensinou isso? El diz em Mt 5,43-46: “”Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo. 44.Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem. 45.Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. 46.Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos?”. O ecumenismo volta a dizer não é questão de concessão, mas de comunhão. Não é todo mundo católico, e nem todo mundo evangélico. Se assim fosse não teríamos diferenças doutrinárias entre os evangélicos. O ecumenismo é uma questão de fidelidade ao Espírito Santo: “”Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.” (Atos 2,1). Se formos sinceros com Jesus precisamos aplicar em nossa vida a lei 70×7, pois qualquer tipo de divisão pessoa, familiar, política…e religiosa reside no fato que somos pecadores, e não deixamos o perdão da cruz nos dar o poder para perdoar o próximo. Se nós cristãos quisermos conquistar o mundo para Jesus, primeiro precisaremos testemunhar entre nós o amor e a misericórdia de Deus.

    1. Levi da Rocha moreira disse:

      Estou muito alegre ao ver este movimento ecumênico indo ao seu rumo,uma das profecias que mim chama muita atenção para o tempo em que estamos vivendo,a união ecumênica é uma maravilha neste meu e nosso tempo,neste mundo onde estamos todos caminhando para o fim de todas as coisas,tem coisa melhor de que esta!?… vejo o cumprimento profético avançando rumo ao fim,já olho pra cima e imagino Cristo vindo nas nuvens do céu,que alegria vem Senhor vem logo por fim no pecado e levar seu povo,SALMOS cap,50:1a5.Os Adventistas do sétimo dia compreende muito bem a respeito do ecumenismo,razão pela qual se prepara para advertir a todos sobre o grande engano que vira a todo o mundo produzido por esta suposta maravilha ecumênica,nós Adventistas do Sétimo dia,não compactuamos com nada que vem se confrontar a palavra de Deus,o projeto ou a proposta do chefe da Igreja católica de separar um dia,levando em conta a preservação ambiental e que este dia deve ser o domingo,nós Adventistas do Sétimo dia não aceitamos e somos contra,porque entendemos que é uma invenção humana e diabólica,o Sábado é o dia que Deus já separou desde o principio para seu povo Êxodo 20:8 a 11, por esta razão não abrimos mão preferindo Deus de que os homens.

  9. Francisco Arciso Ferreira do Carmo disse:

    Pelo jeito …como vai as coisas…nao vai existir templos mais adiante…a perseguição vai ser serrada nos templos …certamente opovo se reunirá p congregar em seus lares.. vem o tempo ai de quebra quebra de templos. queima de templos…assassinos de Cristaos dentro dos templos perseguição geral….como vão congregar.

  10. Rosi Alves disse:

    Alguém tem a lista das igrejas que já estão no ecumenismo?

  11. Ricardo de Jesus disse:

    O ecumenismo NÃO quer criar uma única religião. Esse artigo está totalmente equivocado. Primeiro: ecumenismo tem relação somente com igrejas-cristãs. Exclui, portanto, islamismo, budismo, etc. Inter-religioso que incluiria todas as religiões. Mas ecumenismo quer significar só a unidade entre as igrejas. Ponto. A partir daí, essa unidade não se faz em questões de fé e doutrina, mas apenas no fato de que cristãos de diferentes denominações possam “sentar-se juntos para dialogar sobre o cristianismo”. Leiam Marcos 9:38-41 e João 17:20-23. E parem de mentir pro povo simples. Ecumenismo é “caminhada cristã”. Mas não quer que todos sejam de uma só igreja. Muito pelo contrário.

  12. LECIO DE ARAUJO CANDIDO disse:

    Achei interessante o Tema: O meu testemunho pessoal (e isso prá mim é muito importante, pois falamos do que vimos e ouvimos e não dos outros) é que trabalhei numa Empresa que chegou perto da falência. O Diretor, um militar espírita convidou-nos ao 10º andar no auditório e ali leu um texto do Evangelho diretamente da Bíblia Atualizada e depois leu outro texto do Evangelho segundo Alan Kardec. Nas duas leituras fez um comentário muito bom sobre Jesus dos Crentes e Jesus dos espíritas. Depois me pediu para orar o Pai nosso. Aproveitei para também fazer uma oração clamorosa à Deus por nós e pela Empresa. Vejo portanto que a questão do Ecumenismo é sobre QUEM VAI SER ADORADO. Se me chamam para que juntos TODOS adoremos ao Senhor Jesus, tudo bem. No entanto, se entrar OUTRO DEUS, estou fora.

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